Unimontes Solidária leva atendimentos gratuitos a Matias Cardoso, berço histórico de Minas Gerais

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Foto: divulgação Unimontes

Caravana com estudantes e professores promove ações de saúde, educação e cidadania até 22 de julho no município mais antigo do estado

A cidade de Matias Cardoso, reconhecida como o berço da história de Minas Gerais, recebe nesta semana mais uma edição do projeto Unimontes Solidária, promovido pela Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes). As ações começaram na quarta-feira, 16 de julho, e seguem até a próxima terça-feira, 22 de julho, com foco em atendimentos gratuitos à população da sede e da zona rural.

Coordenada pela Pró-Reitoria de Extensão, a iniciativa reúne 31 acadêmicos de 14 cursos da universidade, acompanhados por professores. A proposta é unir conhecimento, cidadania e solidariedade, com uma série de atividades voltadas à educação, saúde, lazer, formação e bem-estar da comunidade local.


Ações em saúde, educação e lazer

A programação inclui:

  • Minicursos e capacitações para servidores públicos e a população em geral;
  • Rodas de conversa e palestras em temas diversos;
  • Atendimentos de saúde nas UBS, CRAS e escolas;
  • Oficinas de redação e matemática para estudantes do ensino médio e concurseiros;
  • Atividades recreativas e de psicomotricidade para crianças de 3 a 11 anos.

Segundo o professor Márcio Ribeiro Prates, da Coordenadoria de Apoio ao Estudante, os serviços são prestados gratuitamente e envolvem alunos dos Centros de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS), Ciências Humanas (CCH), Ciências Sociais Aplicadas (CCSA) e Ciências Exatas e Tecnológicas (CCET).


Uma cidade que guarda as origens de Minas Gerais

Matias Cardoso tem papel fundamental na história de Minas. Fundada por volta de 1663 pelo bandeirante de mesmo nome, a cidade foi um dos primeiros pontos de ocupação da região dos currais do São Francisco, antes mesmo da descoberta do ouro em Mariana, em 1696.

Um dos símbolos do município é a Igreja de Nossa Senhora da Conceição, a mais antiga do Estado, cuja construção teve início no século XVII e levou 30 anos para ser concluída. Com paredes de um metro de espessura e elementos que indicam função defensiva, a igreja representa o início da religiosidade e da urbanização mineira.

Em reconhecimento à sua importância, desde 2011, no dia 8 de dezembro, data da padroeira, a Capital de Minas é simbolicamente transferida para Matias Cardoso, quando se celebra o Dia dos Gerais.


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